30 de junho de 2013

O Dia 'D'

Hoje é o dia, meus amigos.
Brasil e Espanha.
O tão sonhado teste para a Seleção Brasileira chegou, e justamente em uma final de Copa. Claro, não é a Copa do Mundo ainda, mas é uma Copa das Confederações, e meu caro, na hora do 'vamos ver', tudo é a mesma coisa!
Se querem saber, não estou preocupado. Minha expectativa é muito alta para esse jogo.
Todos venceram, ok.
A Espanha está há 28 jogos sem perder, ok.
A Espanha tem Xavi, Iniesta e Fábregas. 
E daí?
Nós jogamos em casa, dentro do Maracanã, temos nossa torcida em peso e estamos jogando bem, firme. 
O que eles têm? Além de um toque de bola infernal, eles têm que provar que são os favoritos ao título.
Nós? Nós temos que jogar como jogamos até aqui. E cá entre nós, temos plenas chances de vencê-los. 
Como?
Velocidade e contra-ataque.
O toque de bola da Espanha é tão intenso, que os jogadores defensivos, que também participam dessa troca de passes, jogam depois da intermediária, logo, dessa parte para trás, há um espaço bastante considerável.
É encaixar um contra-ataque rápido e não desperdiçar muitas chances.
Um exemplo disso? O jogo entre Espanha e Nigéria. Apesar de estarem perdendo, os nigerianos tiveram umas duas chances de colocar a bola no fundo da rede, mas as desperdiçaram por falta de qualidade, talvez.
Qualidade. Isso nós temos lá na frente. Temos tudo para liquidar a partida em duas chances, no mínimo, e torcer para que os espanhóis não saiam na frente.
Pois é. Esse é um 'defeito' dessa seleção espanhola. Assim como Real e Barça, a Espanha parece não saber o que fazer com a bola, depois que começa o jogo atrás do placar.
Por isso eu digo. Marcação sob pressão e velocidade são as 'válvulas de escape' para o Brasil vencer essa partida.
Apesar de ser um clássico mundial, temos tudo ao nosso favor.
Que eles abaixem a cabeça enquanto nós estivermos passando.
Somos o Brasil, mais respeito, por favor.




Um abraço,

Yuri Gerstner

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