É no sufoco mesmo.
É na raça.
É no peso da torcida.
Incomoda, meu amigo. Incomoda, e muito!
Ainda mais agora, que os 50 mil estão ali, no teu cangote, colados no gramado.
Ainda mais agora, que os 50 mil estão ali, no teu cangote, colados no gramado.
Aqui, o buraco é mais em baixo.
Aqui, o frio pra você, em dia de jogo no Maracanã, é calor pra nós cariocas.
Pra quê jogar em Brasília, meu amigo?
O Maracanã é a casa do Flamengo, e não há como tentar levar o time pra outro estádio.
Por mais que tenham torcida em todo o mundo, 'não há lugar como o nosso lar'.
Por mais que tenham torcida em todo o mundo, 'não há lugar como o nosso lar'.
Aqui, mesmo em uma fase não muito boa, o torcedor lota o estádio.
Contra o Flamengo, são 12 jogadores em campo. Hoje, o Cruzeiro, em vantagem, achou que não faria diferença.
Pronto.
Enfrentaram um Flamengo sem criação, mas com mais de 50 mil em campo.
Não há vantagem que segure tamanha pressão.
E Eliás, sempre ele, fazendo a alegria do torcedor rubro-negro.
Mesmo apagado, aos 43 do segundo tempo resolve a partida.
Pronto, não precisa mais de nada.
É choro, é suor, é hino cantado.
Até princípio de briga teve.
Não adianta tentar entender, Cruzeiro.
Quando o futebol do Flamengo não os impressiona, a torcida faz por onde, e olha, faz tremer qualquer um.
É aceitar.
Aproveitando o embalo, uma crítica: time grande que joga como time pequeno, retrancado, fazendo cera, em jogo mata-mata, TEM MAIS É QUE PERDER MESMO.
Foi assim com o Grêmio na Libertadores, e agora, com os mineiros.
A bola pune, meus amigos, e a torcida do Flamengo também.
Um abraço,
Yuri Ribeiro Gerstner
Exatamente me caro Watson. srrsrs.
ResponderExcluirAntes de qualquer coisa, time que joga retrancando e fazendo cera, tem que perder mesmo.
o mais legal foi ver o Dedé arrancando a camisa de raiva quando viu o gol srrs.