31 de outubro de 2013

A solução dos nossos problemas?

Depois do pé na bunda que o atacante Diego Costa deu na CBF, no início desta semana, o nosso digníssimo treinador, Luiz Felipe Scolari, divulgou a lista de convocados para os amistosos contra Honduras e Chile, que irão acontecer, respectivamente, nos dias 16 e 19 de novembro, nos Estados Unidos. E para a surpresa de muitos, Robinho volta a usar a amarelinha, depois de dois anos de ausência.
A mesma base de sempre está quase totalmente mantida, com exceção do menino Lucas, que não vem tendo atuações regulares, no PSG.
Abaixo, um quadro que peguei emprestado do site do Globo Esporte, por conta da falta de tempo, e da preguiça nossa de cada dia.


Confesso que não venho acompanhando muito o futebol das três novidades desta convocação, Robinho, Willian e Marquinhos, mas não sei se os três solucionarão os problemas de criação e de gols do atual elenco canarinho, até porque continuo não achando o Robinho lá grandes coisas. 
Quanto ao Marquinhos, creio que será a última opção do Felipão, caso haja algum problema na defesa.
Duro mesmo, meu amigo leitor, é ter que continuar aceitando as convocações de Daniel Alves, Maxwell e Hulk.
Impressionante como esses caras não conseguem render 1/3 do que rendem em seus respectivos clubes e mesmo assim são convocados e 'eleitos' titulares dessa seleção.
Vai entender.
O maior problema é saber que somente o Maxwell não será titular, enquanto Maicon e Bernard mofam no banco, vendo o lateral do Barça e o atacante do Zenit jogarem um futebol pífio.
Triste.
Além do mais, gostaria de saber o que houve com o Éverton Ribeiro e Tardelli, que, pra mim, teriam lugar fácil nessa seleção, nos lugares de Hulk e Robinho. 
Agora, é realizar testes fracos, há poucos meses da Copa, e firmar jogadores fracos no elenco brasileiro.
É duro. 
E para te ser sincero, cada vez mais entendo a decisão do Diego Costa, em defender as cores da Espanha.
Abre o olho, Felipão. Vai acabar perdendo essa Copa. E o pior, dentro da casa.

Um abraço,


Yuri Gerstner





29 de outubro de 2013

Virou palhaçada


Confesso que demorei a perceber.
Na verdade, acho que percebi e preferi não aceitar o fato de que o futebol virou um esporte qualquer, onde a politicagem marota e o dinheiro tomaram lugar da paixão, do calor e do batimento cardíaco acelerado.
Por que resolvi falar disso?
Tava engasgado há algum tempo, é verdade, mas creio que a gota d'água tenha sido essa verdadeira novela mexicana, em que o protagonista Diego Costa, atacante do Atlético de Madrid, e artilheiro do Campeonato Espanhol, está entre seus dois 'amores', a seleção brasileira e a espanhola.
De um lado, uma seleção poderosa querendo nacionalizar o atacante de qualquer maneira.
Do outro, a seleção com a camisa mais pesada do mundo, querendo 'utilizar' sua 'cria' de qualquer forma.
Agora o grande xis da questão: sua convocação seria pela carência no setor; pelo campeonato que o atacante vem fazendo; por medo; ou por pura birra?
Farei um resumo básico, caro leitor.
Ao todo, foram dez jogos, em 2013. O cara foi convocado em apenas dois amistosos, e jogou exatos 33 minutos: 21, contra a Itália, e 12 contra a Rússia.
Depois disso, mais nada.
Nem cogitaram convocar o cara.
Eis que, após a ida de Falcão Garcia para o Mônaco, o brasileiro, agora espanhol, explodiu, e mostrou que poderia ser a peça que faltava para a Roja. Pronto. É aí que começa a briga boba.
A Espanha cogita a nacionalização do atacante, pelo fato de ele não ter jogado jogos oficiais pelo Brasil, e, prontamente, Felipão decide que quer porque quer, convocar o cara. "Não, não, vamos utilizá-lo de qualquer forma. Aliás ele já está até convocado para o próximo amistoso".
Fanfarrão? Talvez.
Ninguém sabe o que se passa na cabeça do Felipão.
A CBF manda carta para a Fifa, fala que vai utilizar o cara de qualquer forma e encerra o caso.
Aí você me pergunta: "ué, Yuri, então por quê esse papo todo"?
Simples.
Na tarde desta terça-feira, o atacante firmou em cartório sua vontade de atuar na seleção espanhola e encerrou o caso, aumentando, assim, a discussão sobre o assunto.
Pronto, Felipão e Parreira ficaram se remoendo de raiva, desconvocaram o atacante e falaram algumas palavras de reprovação, dizendo que ele tava jogando o sonho de milhões no lixo.
Neste ponto, concordo, mas o Big Phil pensou nisso antes, ao vê-lo crescer e não dar a oportunidade merecida pro cara?
Após a decisão do jogador, a Espanha publicou em seu site uma foto de Diego Costa, ao lado de seu escudo, que você confere abaixo.
Pra quê?
Virou clube?
É uma contratação de peso para o restante da temporada?
Isso tudo para demonstrar a felicidade de ter o atacante ou foi mais um 'chupa, Brasil'?
Palhaçada geral.
Tanto do Brasil, que insistiu nessa novela, como se Diego Costa fosse um novo Pelé, quanto para a Espanha, que se expôs de tal forma, a ponto de entrar numa 'briguinha' marota com o Brasil, e comemorar do jeito que comemorou em seu site. Seria a salvação da Espanha, que tem Negredo, Soldado, Villa e Torres, em má fase, como segundas opções?
Não sei, pode ser que o cara faça toda a diferença e seja campeão pela Espanha, dentro de seu país natal.
Mas e aí?
Precisava desse estardalhaço todo?
Eu acho que não.



Um abraço,



Yuri Gerstner


23 de outubro de 2013

Erros e acertos, muitos acertos

Jogar no Maracanã é sempre uma alegria tremenda, independente do time em que você jogue.
Jogar no Maracanã com a sua torcida apoiando é ainda melhor.
O problema é quando você, precisando da vitória de qualquer forma, joga nesse 'inferno' e, ao olhar em volta, só vê preto e vermelho.
Disseram que alguns alvinegros estavam lá, no canto, cabisbaixos. Duvidei, mas só tirei a prova quando mostraram os mesmos saindo revoltados, xingando.
Pronto.
O erro do Botafogo começou aí.
O que houve com a torcida confiante, que acreditava no time que disputava, até muitas rodadas atrás, o título brasileiro?
Ali não estava. Em casa, talvez?
Não sei.
Hoje, talvez dispute uma vaga na Libertadores, quem sabe.
A partir daí foram erros e mais erros.
Oswaldo de Oliveira, técnico do Botafogo, optou por Marcelo Mattos de primeiro volante, logo, a marcação deveria ser prioridade.
O que aconteceu?
Subidas desnecessárias, desespero e uma AVENIDA no meio do campo.
Pois é.
Dois a zero.
Oswaldo tem um estalo de técnico e tira o 'grande' Marcelo Mattos e coloca o Sassá, óbvio, time precisa ir pra frente. Legal, puta atitude.
MAAAAAAAAAAS, e a lateral direita do fogão?
O Paulinho estava deitando e rolando em cima do Gilberto.
Será que o Oswaldo não viu isso?
Chegou no ouvido do garoto e disse: 'cola nele, não deixa ele andar sozinho'.
Esqueceu de combinar com o Paulinho, melhor jogador em campo, sem dúvida.
Na frente, Seedorf, Lodeiro e Rafael Marques PERDIDOS em campo.
Nada acertaram.
O camisa dez, vaiado ao sair de campo.
Lamentável, tanto pela postura em campo, quanto pela resposta da torcida.
Pelo outro lado, a noite rendeu para o Flamengo.
Jayme montou um esquema bom, teve que usar o pesado do André Santos na lateral, e aproveitou a velocidade do Paulinho para ajudar no canto do campo.
Bela escalação.
E pro Hernane?
Pelo amor de Deus.
Que estrela.
Três gols, fora o chororô na comemoração.
'Brocou', pediu música, sacaneou o Botafogo e garantiu a vaga para as semifinais.
Não preciso dizer mais nada sobre o jogo.
Até o Carlos Eduardo escapou dessa.
Não por ter jogado bem, já que não jogou, mas a postura do Flamengo, em um todo, foi memorável.
Enfim...
Deu Flamengo.

Um abraço,

Yuri Gerstner

18 de outubro de 2013

É vencer ou vencer

O ano de 2013 tem sido complicado para 100% dos torcedores vascaínos.
Indefinições, falta de dinheiro, despesas exacerbadas, elenco ruim, diretoria omissa...
Duro. Duro de torcer.
O pior de tudo é ter que aturar a falta de sorte e as decisões ruins de todos envolvidos diretamente com os resultados do time.
Agora, o carrasco foi o Goiás.
2X0, 'em casa'.
O que há com o Vasco?
Criticar, achar o erro e os envolvidos vêm sendo tarefa simples para os torcedores. Sério.
Vemos tudo de fora, uma, duas, trinta vezes.
Sabemos o que tem que ser feito, mas ninguém lá dentro quer dar o braço a torcer.
Algo tem que ser resolvido, e rápido.
Faltam nove rodadas para o término do Campeonato Brasileiro e a luz no fim do túnel começa a piscar, doida para apagar, queimar.
E não tem ninguém por perto com uma luz extra.
Tem jeito?
Tem que ter.
Mexe em tudo.
Tira técnico, barra jogador sem sangue, traz garoto da base.
DÁ UM JEITO!
O que não pode são os erros continuarem e nada ser feito para resolvê-los.
Sabemos das dificuldades e limitações dos jogadores do atual elenco.
O que não dá pra entender é por quê os mesmos erros continuam a acontecer.
O que houve com Rafael Vaz? Sumiu? Morreu?
Para onde foram os goleiros?
Os laterais?
E o futebol do Montoya? Ficou na Argentina?
O que falta? Oportunidade?
Dê a ele.
Se não aproveitar, rua!
E o Cris?
Qual o real motivo de sua contratação?
Experiência ao elenco?
Ok, mas como deixar um cara de 37 anos, no final de sua carreira, disputar um mano a mano com jogadores mais novos, sabendo que irá perder todos os duelos?
Aí entra o dedo do treinador.
Dedo podre, por sinal.
Se viu que não adianta, que nada está dando certo, mude.
Sabemos que nossos laterais são fracos na defesa, e que, por conta da má fase do Cris, não sobem tanto.
Qual o problema de atuar com três zagueiros?
Os dois laterais ficam livres para atacar, o Pedro Ken, para apoiar o ataque, enquanto o zagueiro velho pode atuar como terceiro zagueiro, comandando os novos Rafael Vaz e Jomar.
Pronto.
Você dá força ao ataque, protege a defesa de erros bobos e começa a reverter a situação.
O que não dá pra continuar desrespeitando sua torcida, colocando vontades próprias e política a frente do amor maior de todos, o clube.
Agora, serão jogos decisivos, onde a torcida, mesmo estando cansada, eu sei, fará a diferença.
É vencer, ou vencer.

Um abraço a todos, e aos vascaínos, boa sorte.


Yuri Gerstner


17 de setembro de 2013

Filme de terror

Quando a fase do time não é boa dentro das quatro linhas, o torcedor se entristece, se desanima.
Agora, quando o problema maior está fora delas, a mesma se enfurece.
Pois é. É assim que a maioria dos vascaínos tem se sentido.
Desde 2008, quando foi rebaixado para a Série B do Campeonato Brasileiro, a torcida cruzmaltina parece não ser a mesma.
Caiu.
Retornou em 2010.
Ganhou a Copa do Brasil em 2011.
Mais nada além disso.
O elenco foi diminuindo, as dívidas aumentaram, e as reclamações então... hunf, nem se fala.
Dúvidas, decepções e críticas.
Essa tem sido a atual situação do Clube de Regatas Vasco da Gama.
Na temporada 2013, o carioca vem passando por altos e baixos confusos, perdendo para times relativamente menores, e inferiores na tabela do brasileirão.
As paredes parecem se fechar, espremendo quem está ali dentro, e o Dinamite, grande causador disso tudo, na concepção dos vascaínos, não chama reforços "fortes" o suficiente para empurras as paredes de volta.
Pois é. Difícil, viu?!
É complicado para o torcedor vascaíno acreditar que tudo parece não passar de uma reprise de 2008, de um filme de terror.
As maiores esperanças estão escorrendo por entre os dedos dos cruzmaltinos. Primeiro veio Juninho, o reizinho da colina.
Aos 38 anos, o craque ainda vem jogando muita bola, sendo o principal responsável pelas vitórias vascaínas. Mas para melhorar a situação, o Vasco precisaria ter mais uns quatro ou cinco dele.
Sério.
Depois veio Fágner. Bom lateral.
Brilhou de 2009 a 2012.
Foi embora.
Voltou, jogou algumas partidas relativamente bem, mas não repetiu 1/3 dos feitos de sua primeira passagem.
Eis que surge Montoya.
"Caraaaaca, o cara joga muito. Altos vídeos na internet e o cara mostra como se realmente deve tratar uma bola".
E aí?
Até agora, não fez nada.
Tem potencial, muito, por sinal, mas até agora, não passa de uma doce ilusão.
Os três tem poder de reverter a situação.
Não são milagreiros, mas são capazes.
Do outro lado da balança, o Vasco pena com as contratações de Dinamite: Michel Alves, Nei, Cris, Yotún, Pedro Ken... sem falar na prata da casa, Diogo Silva, que pelo amor de Deus.
Como conseguem ser titulares?
Contratou o zagueirão do Ceará, Rafael Vaz, que tinha como a difícil tarefa substituir o Dedé, transferido para o Cruzeiro.
Entrou bem nos jogos que disputou, fez três gols, e desapareceu.
Como pode? O cara vinha jogando bem, além de ser o melhor zagueiro do Vasco.
Como pode (parte 2)? O cara perdeu a vaga para o fim-de-carreira Cris.
Pois bem.
Eis que surge a verdade.
Ao passar por uma página no facebook, uma notícia me chama a atenção.
O Vasco teria ficado três meses sem pagar o zagueiro, que cogitou a hipótese de acionar a justiça, em busca de seus direitos.
Dinamite, sempre ele, pagou um mês, para que Rafael não saísse de graça, e colocou o mesmo na geladeira.
Por que?
Chega.
Torcedor nenhum merece passar por isso.
Está tudo errado.
O torcedor está vendo que tem muita coisa errada e nada sendo feito.
Enquanto o 'poderoso' TNT fica rindo, tem torcedor aí sentado, esperando a degola chegar, novamente.
Aí, meu amigo, se chegar, vai dar problema.
É melhor começar a agir, Roberto Dinamite, pois a sua casa vai cair!


Um abraço,

Yuri Gerstner



2 de setembro de 2013

O bom filho à casa torna

Depois de quase quatro anos na Espanha, Kaká está de volta ao Milan.
Sim, caro leitor. a novela acabou.
Ficou insustentável, não tinha para onde correr.
Banco, insatisfação, brigas com Mourinho, falta de ritmo.
Qual seria o próximo passo? 'Rebaixamento' ao time B do Real Madrid?
Ninguém sabia qual fim levaria a trama. 

Tentou uma, duas, trezentas vezes a dispensa, empréstimo, seja lá qual termo deveria ser usado na situação. 
Nada.
Com 84 jogos e apenas 23 gols, Kaká desanimou.
Vieram as lesões. Pubalgia, dor e mais dor.
Voltou, mas continuou pra baixo.
Dizem por aí que cogitou parar, caso o Real não o liberasse.
Não o fez.
Acabou caindo no desgosto da torcida e do então técnico Mourinho, já que recebia um salário de € 10 milhões (R$ 31,5 milhões) por temporada, e não tinha feito jus ao dinheiro investido.
Enquanto o mesmo ainda era técnico, Kaká chegou a receber diversas propostas. 
Clubes dos EUA, da Itália, da Inglaterra e até do Brasil estavam de olho no brasileiro.
Mourinho barrou todos.
Pura birra.
Kaká tentava se reerguer,  entrava no segundo tempo, fazia gol, dava passes importantes, mas nada convencia Mourinho de que merecia a vaga de titular.
Mesmo sem convencer, Kaká ganhou títulos, entre eles o Campeonato Espanhol, 2011/2012, a Copa do Rei, de 2011 e a Supercopa da Espanha, em 2012.
Mourinho saiu.
Kaká tentou se reerguer novamente, mas nada mudou.
Eis que nesta segunda, 2, a trama de Manoel Carlos seria finalizada.
O Real resolveu liberar o jogador, contratado em 2009 por 'míseros' € 65 milhões (R$ 205 milhões), sem custo ao Milan.
Agora, o brasileiro, que brilhou  de 2003 a 2009, no clube italiano, está de volta, pronto para fazer parceria com El Shaarawy e Balotelli.
Para se ter uma ideia, Kaká aceitou reduzir seu salário para 'incríveis' € 6 milhões (R$ 19 milhões) anuais. Mesmo assim, o Milan bateu o pé no chão e disse: 'opa, vamos com calma'. 
E então diminuiu mais ainda o salário do brasileiro, que chegou a atingir € 4 milhões (R$ 12 milhões) por temporada, até 2015.
A vontade de sair era tanta que ele nem titubeou.
'Estou de volta'.
Vai ser bom ver o bom e velho Kaká em forma e com ritmo de jogo.
Se encaixar bem no time e tiver aquela atuação dos tempos de Milan, bem provável que volte a tempo para a Copa de 2014.
Uma vaguinha no time titular, ao lado de Oscar e Neymar cairia bem para Felipão.
Mas ainda é cedo para falar sobre isso.
Quem sabe em outro post.


Um abraço,

Yuri Gerstner


28 de agosto de 2013

Em Brasília é o cacete!

É no sufoco mesmo.
É na raça. 
É no peso da torcida. 
Incomoda, meu amigo. Incomoda, e muito!
Ainda mais agora, que os 50 mil estão ali, no teu cangote, colados no gramado. 
Aqui, o buraco é mais em baixo. 
Aqui, o frio pra você, em dia de jogo no Maracanã, é calor pra nós cariocas. 
Pra quê jogar em Brasília, meu amigo? 
O Maracanã é a casa do Flamengo, e não há como tentar levar o time pra outro estádio.
Por mais que tenham torcida em todo o mundo, 'não há lugar como o nosso lar'.
Aqui, mesmo em uma fase não muito boa, o torcedor lota o estádio.
Contra o Flamengo, são 12 jogadores em campo. Hoje, o Cruzeiro, em vantagem, achou que não faria diferença.
Pronto.
Enfrentaram um Flamengo sem criação, mas com mais de 50 mil em campo.
Não há vantagem que segure tamanha pressão. 
E Eliás, sempre ele, fazendo a alegria do torcedor rubro-negro. 
Mesmo apagado, aos 43 do segundo tempo resolve a partida.
Pronto, não precisa mais de nada. 
É choro, é suor, é hino cantado.
Até princípio de briga teve. 
Não adianta tentar entender, Cruzeiro.
Quando o futebol do Flamengo não os impressiona, a torcida faz por onde, e olha, faz tremer qualquer um. 
É aceitar. 
Aproveitando o embalo, uma crítica: time grande que joga como time pequeno, retrancado, fazendo cera, em jogo mata-mata, TEM MAIS É QUE PERDER MESMO.
Foi assim com o Grêmio na Libertadores, e agora, com os mineiros. 
A bola pune, meus amigos, e a torcida do Flamengo também. 

Um abraço,

Yuri Ribeiro Gerstner