Para dar início à esta nova etapa no ramo jornalístico, vou começar os trabalhos escrevendo sobre um jogador de outro planeta.
Como o título já diz, o jogador a que faço referência é o argentino Lionel Messi.
Atual camisa 10 do Barcelona e da Seleção Argentina, Messi decidiu fazer bom uso de sua temporada 2012/2013.
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Já na tarde da última segunda-feira, o argentino, de 25 anos, só para não perder o costume, conquistou outro prêmio e bateu mais um recorde pessoal. Com um terno preto de bolinhas brancas, o argentino venceu o prêmio Bola de Ouro, organizado pela Fifa, sendo eleito, mais uma vez, o melhor jogador do mundo, atingindo a marca histórica de quatro prêmios seguidos de melhor jogador do mundo.
Impressionado? Nem eu.
Messi é, sem dúvida, o melhor jogador da atualidade. Não há como discordar.
No auge de sua carreira, Messi vem colecionando atuações e gols maravilhosos. São raros os gols feios do cara, e os gols de cobertura parecem ser repetição.
A facilidade que o argentino tem de fazer gol é assustadora, sem falar na frieza.
Tenho 20 anos e acompanhei diversos jogadores bons de bola. Nenhum deles é ou foi igual a Messi.
Falando em jogadores bons de bola, não podia deixar de falar de Cristiano Ronaldo e Iniesta. Dois craques engolidos pela magia do argentino.
O português habilidoso e metrossexual, CR7, continua na perseguição a Messi. Em vão.
No entanto, ainda o acho mais completo que Messi. Cabeceia bem, bate falta de tudo quanto é lugar, chuta com as duas pernas, tem habilidade... enfim, tornou-se completo, para o bem do futebol mundial.
Mas não é o bastante. Messi é completo por natureza. Nasceu completo.
O que resta a CR7 é aceitar o posto de segundo lugar, como a Pepsi: "Só tem Pepsi. Pode ser?" ou chorar eternamente por ter nascido na mesma época que Messi.
Já Iniesta, meio-campo habilidoso, dono de passes milimétricos e da camisa 8 do clube catalão, foi o terceiro colocado na premiação. Justo. Fez uma temporada impecável, mas também tem Messi na cola. A sorte é que os companheiros de clube se dão bem.O terceiro lugar até que está de bom tamanho.
O que nos resta agora é acompanhar a trajetória de Messi, pois como disse, o craque só tem 25 anos, muita estrada para percorrer e muitos golaços para fazer.
A ele, nossas sinceras e eternas palmas.
Crédito da imagem:
http://globoesporte.globo.com/futebol/futebol-internacional/noticia/2015/01/escorado-em-recordes-importantes-messi-busca-sua-quinta-bola-de-ouro.html
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